terça-feira, 19 de abril de 2011

NBA !

Separem os homens dos meninos

Essa frase que dá titulo a esse post, quase todos os apaixonados por NBA conhecem, e foi criada por um tal de Michael Jordan. E é nesse momento de Playoffs do melhor basquete do mundo que "os homens se separam dos meninos" para poderem duelar pelo tão sonhado troféu de campeão. É nesse período que vemos grandes times da temporada regular se destacarem, equipes que não foram tão bem, mas que conseguiram se classificar, dando o melhor possível de si na pós-temporada, e gigantes sendo derrotados as vezes de forma inesperada.

E a primeira rodada dos Playoffs que o diga. Oito jogos e algumas zebras. Cito aqui alguns dos melhores jogos, quer dizer, todos até agora. Começando no sábado com o Atlanta Hawks, de Josh Smith e cia. , derrotando o Orlando Magic do "Superman" Dwight Howard, eleito melhor defensor do ano pela terceira vez seguida, em pleno Amway Center, por 103 a 93. Nem os 46 pontos do pivô "kriptoniano" de Orlando evitaram a derrota do Magic na primeira partida na pós-temporada. No mesmo dia, o Miami Heat, com seu badalado supertrio, Wade, LeBron e Bosh, começou como se esperava na fase melhor de sete, com um triunfo dentro de casa em cima do Philadelphia Sixers, do ala-armador Andre Iguodala. Mas teve de suar pra vencer...

O time de melhor campanha na temporada regular, o Chicago Bulls, do praticamente já MVP, Derrick Rose, também passou por apuros contra o Indiana Pacers, em pleno United Center, mas no fim conquistou a vitória graças as jogadas malabaristas do seu principal jogador. No mesmo dia, Portland Trail Blazers foi até Dallas enfrentar a equipe da cidade, os Mavericks, que graças a experiência de Jason Kidd, e aos lances decisivos de Dirk Nowitzki, conseguiram derrotar os visitantes por 89 a 81.


Até agora quem não assistiu nenhum jogo dessa primeira rodada dos Playoffs deve estar se lamentando, porque perdeu só "jogaço". E isso não é tudo. Tivemos ainda a derrota de uma das melhores equipes do Oeste, das que apresentaram um ótimo basquetebol na temporada regular, o San Antonio Spurs, no Texas, para o Memphis Grizzlies. Esse jogo muita gente diz ter sido zebra e realmente foi. Nem a ausência do armador argentino Manu Ginóbili na equipe dos Spurs justificaria uma derrota dentro de casa. É claro que o time do Texas tecnicamente é melhor que os Grizzlies. Mas Playoffs é Playoffs, e "zebra" praticamente não existe a essa altura do campeonato.


Na seqüência, tivemos o atual campeão da NBA, o Los Angeles Lakers, perdendo dentro de casa para o New Orleans Hornets, do armador Chris Paul, que fez uma atuação impecável, com 33 pontos, 14 assistências, sete rebotes e quatro roubadas de bola. Zebra?


Denver Nuggets e Ocklahoma City Thunder fizeram o primeiro duelo de uma das séries que promete ser muito disputada. E exemplo disso foi o jogo, que terminou em 107 a 103 pro Thunder, equipe da casa. A dupla Westbrook e Durant fizeram a diferença nesse jogo, mesmo com os Nuggets fazendo uma boa partida, com destaque para a ótima atuação do brasileiro Nenê, que fez 22 pontos e 8 rebotes.

E agora eu destaco a melhor partida, como era esperado, nessa primeira rodada. New York Knicks, de Carmelo Anthony, Chauncey Billups e Amar'e Stoudemire, contra o Boston Celtics, deRajon Rondo, Ray Allen e cia. Um jogo disputado do início ao fim, que resultou numa vitória do Cetics, no TD Garden, por 87 a 85. Uma bola de três pontos de Ray Allen com aproximadamente 12 segundos de sobra para o fim do jogo, deu a vitória para os ''verdes". Jogão.

Como diz o título, mais uma vez, "separem os homens dos meninos". Mas tem muito menino se tornando homem nesses Playoffs, e esse pode ser o ponto principal para a disputa pelo título da NBA, que já no seu começo, mostra que vai ser no mínimo, muito emocionante. Então que venham mais jogos e que os melhores vençam! 

Fonte : slam dunk basketball


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Musica !

O RAP SAIU DO GUETO - REVISTA ÉPOCA

 

Esqueça a militância política. Os novos astros do gênero querem falar é de amor e amizade.

Quando se lembra da primeira vez em que entrou num estúdio de gravação, aos 17 anos, o rapper paulistano EMICIDA não se sente muito bem. “Eu era o rapper típico, aquela coisa tradicional: um bicho grilo desconfiado, desagradável e que não falava com ninguém”, diz. A visita ao estúdio na Zona Oeste de São Paulo, uma das regiões com custo de vida mais alto do país, lhe rendeu um estágio não remunerado. Fui me adaptando. Morava na periferia e foi bom ter de sair dali todo dia”, afirma.Hoje, passados oito anos, Emicida é o destaque maior de um grupo de jovens músicos que tenta romper com os clichês sonoros e temáticos do rap nacional para soprar vida nova ao gênero.
Emicida é destaque de festivais nacionais de peso, como o Urban Music Festival, em maio, do Lupaluna, no mesmo mês, e do Rock in Rio, em setembro. Ele também é um dos participantes da edição atual do Rumos Música do Itaú Cultural, que mapeia novos talentos pelo Brasil. Emicida foi convidado ainda para participar do cobiçado festival americano Coachella neste mês na Califórnia (problemas burocráticos com seu visto, no entanto, podem comprometer sua participação).
Tamanho sucesso é fruto principalmente de uma mudança de atitude em relação ao gênero rythm and poetry (ritmo e poesia, versos falados a partir de uma base rítmica). Seu segundo CD, Emicídio, de 2010, causou um curto-circuito no rap nacional. A certa altura da faixa título, Emicida, até então mais conhecido por sua capacidade “matadora” de vencer concorrentes em batalhas de improviso (daí o apelido), diz: “Quem ganha mais com a miséria?/Os políticos, o Datena ou o rap?”. Comparar o rap com representantes corruptos da nação e com um apresentador sensacionalista pode ter criado desconforto. Mas Emicida diz ter recebido a bênção de alguns de seus maiores representantes, que reinaram no rap de protesto social dos anos 90, como Mano Brown, MV Bill, Marcelo D2 e Rappin’ Hood. “O rap estava muito chato. Só falava de problemas sociais, da favela”, diz D2. “O público não quer ouvir falar só disso. Essa nova cena continua falando de consciência social – que nos anos 90 a gente fazia de um jeito meio terrorista –, mas de maneira menos direta e mais poética.”
 É o caso do maior sucesso de Rincon Sapiência, rapper paulistano de 25 anos, “Elegância”. A música trata de maneira descontraída e divertida do orgulho de se vestir bem e ser admirado pelas garotas por isso. Não deixa de ser uma música “engajada”: ela fala também da necessidade de não ser confundido com bandidos pela polícia, algo comum para negros da periferia. Para Sapiência, a possibilidade de inserir temas e melodias diferentes (ele mescla música eletrônica com sonoridades da capoeira, da umbanda e do candomblé) veio junto com a melhoria de vida nas periferias na última década. “Antes, a vida na periferia era tão ruim que aparecer com um tênis de grife era considerado uma afronta”, diz. “Hoje em dia é um orgulho para a classe C poder consumir coisas que não eram antes da periferia. É o mesmo para a música e para os recursos tecnológicos usados para consumir e produzir arte.”
Emicida também mistura ritmos. Quando ele começou a carreira, isso era uma heresia. “Esse tipo de nicho menor, como o rap, fecha muito a cabeça para outros tipos de música”, diz. Sua bagagem cultural (música negra americana e brasileira dos anos 70 e 80) ficou… na bagagem. “Teve um momento em que me tornei meio burro.” A ousadia foi quase inconsciente. Ao lançar sua primeira mixtape (compilação de músicas em CD caseiro) Para quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe, Emicida recebeu elogios pela mistura de ritmos. “Estava tudo em mim, e eu nem tinha percebido.” Em Emicídio, ele usou ainda mais melodias diversificadas e mudou os temas das composições, inserindo canções de amor e amizade. As duas mixtapes já venderam, juntas, 20 mil cópias.
Emicida já recebeu três contratos de grandes gravadoras. Recusou todos. Seu próximo disco, que ele considera ser o primeiro oficial, deverá sair em 2012, segundo ele com patrocínio de uma empresa multinacional. Emicida não queria perder a autonomia criativa nem passar pelo mesmo tipo de experiência que MC Slim Rimografia, de 32 anos. Depois de lançar dois CDs independentes (Financeiramente pobre, de 2003, vendeu 4 mil cópias), Slim assinou com o selo inglês Curve, que não o ajudou a lançar nenhum disco por dois anos, mas também não o deixava gravar de forma autônoma. Ele quebrou o contrato para produzir Mais que existir, que sai agora. O disco é uma ode ao rap da diversidade e aposta em ritmos brasileiros como o frevo, presente na faixa “Hinovação”. “O rap está quebrando barreiras”, diz Slim. “Essas misturas chegam a mais pessoas.”
“Não temos medo de ser pop”, diz Lurdez da Luz, de 31 anos, que lançou sua primeira mixtape em carreira solo em 2010. “Somos a primeira geração que extrapolou a ideia de que o rap deveria ser feito apenas para quem faz parte do movimento.” Assim como a maioria de seus colegas, Lurdez usa referências da música brasileira dos anos 70 e 80.
Rael da Rima, de 28 anos, que compõe seu rap com o violão, diz que essa diferença pode ser valorizada no exterior. “O rap brasileiro tem de deixar de se espelhar no hip-hop americano. Quando a gente mistura ritmos nacionais, conseguimos muito mais espaço lá fora”, diz. Isso nem é novidade, diz Criolo Doido, de 35 anos, que lançará o CD Nó na orelha em maio, com sonoridades que vão do samba ao bolero. “Sempre existiu.” Segundo ele, as misturas ficavam escondidas, e agora a internet facilitou o acesso a elas.
O movimento tem até um eco dos rappers da década de 80. Naqueles tempos, o rap tocava em pistas, antes de ser engolido pelo movimento de protesto dos anos 90. Quem identifica o rap com o estilo gangsta pode se surpreender com os novos artistas. Eles cansaram do “mesmo recado rap padronizado” e agora querem “o dom da harmonia”
  
 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Lendas do StreetBall

KitKat A.k.A The Aplication
 
Maurice "KIT KAT" Jones
Height: 5'9" (175 cm)
Weight: 160 lbs. (73 kg)
Lenda do Time de streetball americano DIME !
Muito Habilidoso, com controle de bola excelente
Uma Lenda do STREETBALL !



Fonte :Streetball Speedballin

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Musica !

      G.R.I.T.S




É um Grupo de HIP HOP Cristão de Nashville , Tennessee .Seu nome é uma sigla , que significa "gramaticas e Revolução no Espírito". GRITS é composta por Stacey "Coffe" Jones e Teron "Bonafide" Carter, ambos foram dançarinos DC Talk .
Sua canção " Ooh Aah "já apareceu na MTV show My Super Sweet Sixteen . Sua canção "Tennessee Bwoys" foi usada no programa de televisão popular, Pimp My Ride , da MTV. GRITS também foram recentemente envolvida na  Hero A Opera Rock. Tambem gravaram um remix para o  lutador profissional AJ Styles, e executou, em 28, 2009, episódio de Maio do TNA Impact! . O site oficial do grupo não está mais ativo. No entanto, o seu site MySpace ainda está disponível. Eles agora possuem sua própria gravadora, a Revolution art.

 

StreetBall Historia

Streetball é uma variação do basquetebol, jogado geralmente em quadras abertas. Streetball é uma palavra da língua inglesa que significa "jogo de rua", ou seja, o desporto é basicamente um "basquete de rua".No streetball, os jogadores chamados ballers, em vez de ter um rumo à cesta e chegar mais rápido à ela por meio da velocidade, usam freestyles com as mãos - chamadas handles ou moves, de forma menos competitiva e mais lenta.Amantes do streetball preocupam-se, principalmente, em fazer mais moves do que cestas e preferem o jogo mais "bonito" do que disputado.
 

 
 
O que é Streetball?
O termo "Streetball" não tem origem apenas no jogo conhecido como Street Basketball, mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (rap e hip-hop). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do Street Basketball, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte e no Streetball uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.O primeiro grande ícone do Streetball foi o universitário Earl "The Goat" Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma lenda do esporte. No Brasil, o Streetball tem fornecido jogadores também para o basquete de quadra, como é o exemplo do americano Bryan Taylor que disputa a Liga Nacional Brasileira pela equipe de Limeira/SP .O basquete de rua dá ao jogador a liberdade de criar e improvisar jogadas espetaculares. O streetball é a continuação do basquete de quadra, onde são valorizadas, principalmente, a habilidade e criatividade de cada atleta, ou seja, a altura não é fator indispensável, e sim a habilidade técnica e de improvisação de cada atleta. Com regras menos rígidas do que o basquete de quadra, o basquete de rua pode ser jogado com qualquer tipo de formação; desde o um contra um até o 5 contra 5. No entanto, entre as disputas mais comuns está o 3 contra 3, que é o torneio mais conhecido no Brasil. Quem assiste a uma dessas disputas tem a garantia de presenciar um verdadeiro espetáculo, com jogadas inesperadas e enterradas sensacionais.

Fonte :http://bcmstreetballer.blogspot.com/2009/04/streetball-historia.html
http://wsbchoops.com/?p=240