terça-feira, 19 de abril de 2011
NBA !
E a primeira rodada dos Playoffs que o diga. Oito jogos e algumas zebras. Cito aqui alguns dos melhores jogos, quer dizer, todos até agora. Começando no sábado com o Atlanta Hawks, de Josh Smith e cia. , derrotando o Orlando Magic do "Superman" Dwight Howard, eleito melhor defensor do ano pela terceira vez seguida, em pleno Amway Center, por 103 a 93. Nem os 46 pontos do pivô "kriptoniano" de Orlando evitaram a derrota do Magic na primeira partida na pós-temporada. No mesmo dia, o Miami Heat, com seu badalado supertrio, Wade, LeBron e Bosh, começou como se esperava na fase melhor de sete, com um triunfo dentro de casa em cima do Philadelphia Sixers, do ala-armador Andre Iguodala. Mas teve de suar pra vencer...
E agora eu destaco a melhor partida, como era esperado, nessa primeira rodada. New York Knicks, de Carmelo Anthony, Chauncey Billups e Amar'e Stoudemire, contra o Boston Celtics, deRajon Rondo, Ray Allen e cia. Um jogo disputado do início ao fim, que resultou numa vitória do Cetics, no TD Garden, por 87 a 85. Uma bola de três pontos de Ray Allen com aproximadamente 12 segundos de sobra para o fim do jogo, deu a vitória para os ''verdes". Jogão.
domingo, 17 de abril de 2011
Block In The Face !
Video mais antigo ! Campeonato de basquete de rua em Ivaiporã !
War street 2º Lugar !
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Musica !
O RAP SAIU DO GUETO - REVISTA ÉPOCA
Esqueça a militância política. Os novos astros do gênero querem falar é de amor e amizade.
Quando se lembra da primeira vez em que entrou num estúdio de gravação, aos 17 anos, o rapper paulistano EMICIDA não se sente muito bem. “Eu era o rapper típico, aquela coisa tradicional: um bicho grilo desconfiado, desagradável e que não falava com ninguém”, diz. A visita ao estúdio na Zona Oeste de São Paulo, uma das regiões com custo de vida mais alto do país, lhe rendeu um estágio não remunerado. “Fui me adaptando. Morava na periferia e foi bom ter de sair dali todo dia”, afirma.Hoje, passados oito anos, Emicida é o destaque maior de um grupo de jovens músicos que tenta romper com os clichês sonoros e temáticos do rap nacional para soprar vida nova ao gênero.
Emicida é destaque de festivais nacionais de peso, como o Urban Music Festival, em maio, do Lupaluna, no mesmo mês, e do Rock in Rio, em setembro. Ele também é um dos participantes da edição atual do Rumos Música do Itaú Cultural, que mapeia novos talentos pelo Brasil. Emicida foi convidado ainda para participar do cobiçado festival americano Coachella neste mês na Califórnia (problemas burocráticos com seu visto, no entanto, podem comprometer sua participação).
Tamanho sucesso é fruto principalmente de uma mudança de atitude em relação ao gênero rythm and poetry (ritmo e poesia, versos falados a partir de uma base rítmica). Seu segundo CD, Emicídio, de 2010, causou um curto-circuito no rap nacional. A certa altura da faixa título, Emicida, até então mais conhecido por sua capacidade “matadora” de vencer concorrentes em batalhas de improviso (daí o apelido), diz: “Quem ganha mais com a miséria?/Os políticos, o Datena ou o rap?”. Comparar o rap com representantes corruptos da nação e com um apresentador sensacionalista pode ter criado desconforto. Mas Emicida diz ter recebido a bênção de alguns de seus maiores representantes, que reinaram no rap de protesto social dos anos 90, como Mano Brown, MV Bill, Marcelo D2 e Rappin’ Hood. “O rap estava muito chato. Só falava de problemas sociais, da favela”, diz D2. “O público não quer ouvir falar só disso. Essa nova cena continua falando de consciência social – que nos anos 90 a gente fazia de um jeito meio terrorista –, mas de maneira menos direta e mais poética.”
Emicida é destaque de festivais nacionais de peso, como o Urban Music Festival, em maio, do Lupaluna, no mesmo mês, e do Rock in Rio, em setembro. Ele também é um dos participantes da edição atual do Rumos Música do Itaú Cultural, que mapeia novos talentos pelo Brasil. Emicida foi convidado ainda para participar do cobiçado festival americano Coachella neste mês na Califórnia (problemas burocráticos com seu visto, no entanto, podem comprometer sua participação).
Tamanho sucesso é fruto principalmente de uma mudança de atitude em relação ao gênero rythm and poetry (ritmo e poesia, versos falados a partir de uma base rítmica). Seu segundo CD, Emicídio, de 2010, causou um curto-circuito no rap nacional. A certa altura da faixa título, Emicida, até então mais conhecido por sua capacidade “matadora” de vencer concorrentes em batalhas de improviso (daí o apelido), diz: “Quem ganha mais com a miséria?/Os políticos, o Datena ou o rap?”. Comparar o rap com representantes corruptos da nação e com um apresentador sensacionalista pode ter criado desconforto. Mas Emicida diz ter recebido a bênção de alguns de seus maiores representantes, que reinaram no rap de protesto social dos anos 90, como Mano Brown, MV Bill, Marcelo D2 e Rappin’ Hood. “O rap estava muito chato. Só falava de problemas sociais, da favela”, diz D2. “O público não quer ouvir falar só disso. Essa nova cena continua falando de consciência social – que nos anos 90 a gente fazia de um jeito meio terrorista –, mas de maneira menos direta e mais poética.”
É o caso do maior sucesso de Rincon Sapiência, rapper paulistano de 25 anos, “Elegância”. A música trata de maneira descontraída e divertida do orgulho de se vestir bem e ser admirado pelas garotas por isso. Não deixa de ser uma música “engajada”: ela fala também da necessidade de não ser confundido com bandidos pela polícia, algo comum para negros da periferia. Para Sapiência, a possibilidade de inserir temas e melodias diferentes (ele mescla música eletrônica com sonoridades da capoeira, da umbanda e do candomblé) veio junto com a melhoria de vida nas periferias na última década. “Antes, a vida na periferia era tão ruim que aparecer com um tênis de grife era considerado uma afronta”, diz. “Hoje em dia é um orgulho para a classe C poder consumir coisas que não eram antes da periferia. É o mesmo para a música e para os recursos tecnológicos usados para consumir e produzir arte.”
Emicida também mistura ritmos. Quando ele começou a carreira, isso era uma heresia. “Esse tipo de nicho menor, como o rap, fecha muito a cabeça para outros tipos de música”, diz. Sua bagagem cultural (música negra americana e brasileira dos anos 70 e 80) ficou… na bagagem. “Teve um momento em que me tornei meio burro.” A ousadia foi quase inconsciente. Ao lançar sua primeira mixtape (compilação de músicas em CD caseiro) Para quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe, Emicida recebeu elogios pela mistura de ritmos. “Estava tudo em mim, e eu nem tinha percebido.” Em Emicídio, ele usou ainda mais melodias diversificadas e mudou os temas das composições, inserindo canções de amor e amizade. As duas mixtapes já venderam, juntas, 20 mil cópias.
Emicida já recebeu três contratos de grandes gravadoras. Recusou todos. Seu próximo disco, que ele considera ser o primeiro oficial, deverá sair em 2012, segundo ele com patrocínio de uma empresa multinacional. Emicida não queria perder a autonomia criativa nem passar pelo mesmo tipo de experiência que MC Slim Rimografia, de 32 anos. Depois de lançar dois CDs independentes (Financeiramente pobre, de 2003, vendeu 4 mil cópias), Slim assinou com o selo inglês Curve, que não o ajudou a lançar nenhum disco por dois anos, mas também não o deixava gravar de forma autônoma. Ele quebrou o contrato para produzir Mais que existir, que sai agora. O disco é uma ode ao rap da diversidade e aposta em ritmos brasileiros como o frevo, presente na faixa “Hinovação”. “O rap está quebrando barreiras”, diz Slim. “Essas misturas chegam a mais pessoas.”
Emicida também mistura ritmos. Quando ele começou a carreira, isso era uma heresia. “Esse tipo de nicho menor, como o rap, fecha muito a cabeça para outros tipos de música”, diz. Sua bagagem cultural (música negra americana e brasileira dos anos 70 e 80) ficou… na bagagem. “Teve um momento em que me tornei meio burro.” A ousadia foi quase inconsciente. Ao lançar sua primeira mixtape (compilação de músicas em CD caseiro) Para quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe, Emicida recebeu elogios pela mistura de ritmos. “Estava tudo em mim, e eu nem tinha percebido.” Em Emicídio, ele usou ainda mais melodias diversificadas e mudou os temas das composições, inserindo canções de amor e amizade. As duas mixtapes já venderam, juntas, 20 mil cópias.
Emicida já recebeu três contratos de grandes gravadoras. Recusou todos. Seu próximo disco, que ele considera ser o primeiro oficial, deverá sair em 2012, segundo ele com patrocínio de uma empresa multinacional. Emicida não queria perder a autonomia criativa nem passar pelo mesmo tipo de experiência que MC Slim Rimografia, de 32 anos. Depois de lançar dois CDs independentes (Financeiramente pobre, de 2003, vendeu 4 mil cópias), Slim assinou com o selo inglês Curve, que não o ajudou a lançar nenhum disco por dois anos, mas também não o deixava gravar de forma autônoma. Ele quebrou o contrato para produzir Mais que existir, que sai agora. O disco é uma ode ao rap da diversidade e aposta em ritmos brasileiros como o frevo, presente na faixa “Hinovação”. “O rap está quebrando barreiras”, diz Slim. “Essas misturas chegam a mais pessoas.”
“Não temos medo de ser pop”, diz Lurdez da Luz, de 31 anos, que lançou sua primeira mixtape em carreira solo em 2010. “Somos a primeira geração que extrapolou a ideia de que o rap deveria ser feito apenas para quem faz parte do movimento.” Assim como a maioria de seus colegas, Lurdez usa referências da música brasileira dos anos 70 e 80.
Rael da Rima, de 28 anos, que compõe seu rap com o violão, diz que essa diferença pode ser valorizada no exterior. “O rap brasileiro tem de deixar de se espelhar no hip-hop americano. Quando a gente mistura ritmos nacionais, conseguimos muito mais espaço lá fora”, diz. Isso nem é novidade, diz Criolo Doido, de 35 anos, que lançará o CD Nó na orelha em maio, com sonoridades que vão do samba ao bolero. “Sempre existiu.” Segundo ele, as misturas ficavam escondidas, e agora a internet facilitou o acesso a elas.
O movimento tem até um eco dos rappers da década de 80. Naqueles tempos, o rap tocava em pistas, antes de ser engolido pelo movimento de protesto dos anos 90. Quem identifica o rap com o estilo gangsta pode se surpreender com os novos artistas. Eles cansaram do “mesmo recado rap padronizado” e agora querem “o dom da harmonia”.
Rael da Rima, de 28 anos, que compõe seu rap com o violão, diz que essa diferença pode ser valorizada no exterior. “O rap brasileiro tem de deixar de se espelhar no hip-hop americano. Quando a gente mistura ritmos nacionais, conseguimos muito mais espaço lá fora”, diz. Isso nem é novidade, diz Criolo Doido, de 35 anos, que lançará o CD Nó na orelha em maio, com sonoridades que vão do samba ao bolero. “Sempre existiu.” Segundo ele, as misturas ficavam escondidas, e agora a internet facilitou o acesso a elas.
O movimento tem até um eco dos rappers da década de 80. Naqueles tempos, o rap tocava em pistas, antes de ser engolido pelo movimento de protesto dos anos 90. Quem identifica o rap com o estilo gangsta pode se surpreender com os novos artistas. Eles cansaram do “mesmo recado rap padronizado” e agora querem “o dom da harmonia”.
Fonte: Periferia em movimento
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Lendas do StreetBall
KitKat A.k.A The Aplication
Maurice "KIT KAT" Jones
Height: 5'9" (175 cm)
Weight: 160 lbs. (73 kg)
Height: 5'9" (175 cm)
Weight: 160 lbs. (73 kg)
Lenda do Time de streetball americano DIME !
Muito Habilidoso, com controle de bola excelente
Uma Lenda do STREETBALL !
Fonte :Streetball Speedballin
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Musica !
G.R.I.T.S
É um Grupo de HIP HOP Cristão de Nashville , Tennessee .Seu nome é uma sigla , que significa "gramaticas e Revolução no Espírito". GRITS é composta por Stacey "Coffe" Jones e Teron "Bonafide" Carter, ambos foram dançarinos DC Talk .
Sua canção " Ooh Aah "já apareceu na MTV show My Super Sweet Sixteen . Sua canção "Tennessee Bwoys" foi usada no programa de televisão popular, Pimp My Ride , da MTV. GRITS também foram recentemente envolvida na Hero A Opera Rock. Tambem gravaram um remix para o lutador profissional AJ Styles, e executou, em 28, 2009, episódio de Maio do TNA Impact! . O site oficial do grupo não está mais ativo. No entanto, o seu site MySpace ainda está disponível. Eles agora possuem sua própria gravadora, a Revolution art.
StreetBall Historia
Streetball é uma variação do basquetebol, jogado geralmente em quadras abertas. Streetball é uma palavra da língua inglesa que significa "jogo de rua", ou seja, o desporto é basicamente um "basquete de rua".No streetball, os jogadores chamados ballers, em vez de ter um rumo à cesta e chegar mais rápido à ela por meio da velocidade, usam freestyles com as mãos - chamadas handles ou moves, de forma menos competitiva e mais lenta.Amantes do streetball preocupam-se, principalmente, em fazer mais moves do que cestas e preferem o jogo mais "bonito" do que disputado.

O que é Streetball?
O termo "Streetball" não tem origem apenas no jogo conhecido como Street Basketball, mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (rap e hip-hop). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do Street Basketball, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte e no Streetball uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.O primeiro grande ícone do Streetball foi o universitário Earl "The Goat" Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma lenda do esporte. No Brasil, o Streetball tem fornecido jogadores também para o basquete de quadra, como é o exemplo do americano Bryan Taylor que disputa a Liga Nacional Brasileira pela equipe de Limeira/SP .O basquete de rua dá ao jogador a liberdade de criar e improvisar jogadas espetaculares. O streetball é a continuação do basquete de quadra, onde são valorizadas, principalmente, a habilidade e criatividade de cada atleta, ou seja, a altura não é fator indispensável, e sim a habilidade técnica e de improvisação de cada atleta. Com regras menos rígidas do que o basquete de quadra, o basquete de rua pode ser jogado com qualquer tipo de formação; desde o um contra um até o 5 contra 5. No entanto, entre as disputas mais comuns está o 3 contra 3, que é o torneio mais conhecido no Brasil. Quem assiste a uma dessas disputas tem a garantia de presenciar um verdadeiro espetáculo, com jogadas inesperadas e enterradas sensacionais.
Fonte :http://bcmstreetballer.blogspot.com/2009/04/streetball-historia.html
http://wsbchoops.com/?p=240
O que é Streetball?
O termo "Streetball" não tem origem apenas no jogo conhecido como Street Basketball, mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (rap e hip-hop). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do Street Basketball, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte e no Streetball uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.O primeiro grande ícone do Streetball foi o universitário Earl "The Goat" Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma lenda do esporte. No Brasil, o Streetball tem fornecido jogadores também para o basquete de quadra, como é o exemplo do americano Bryan Taylor que disputa a Liga Nacional Brasileira pela equipe de Limeira/SP .O basquete de rua dá ao jogador a liberdade de criar e improvisar jogadas espetaculares. O streetball é a continuação do basquete de quadra, onde são valorizadas, principalmente, a habilidade e criatividade de cada atleta, ou seja, a altura não é fator indispensável, e sim a habilidade técnica e de improvisação de cada atleta. Com regras menos rígidas do que o basquete de quadra, o basquete de rua pode ser jogado com qualquer tipo de formação; desde o um contra um até o 5 contra 5. No entanto, entre as disputas mais comuns está o 3 contra 3, que é o torneio mais conhecido no Brasil. Quem assiste a uma dessas disputas tem a garantia de presenciar um verdadeiro espetáculo, com jogadas inesperadas e enterradas sensacionais.
Fonte :http://bcmstreetballer.blogspot.com/2009/04/streetball-historia.html
http://wsbchoops.com/?p=240
terça-feira, 12 de abril de 2011
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