Aconteceu nesse domingo (25 de setembro) o Primeiro Torneio de Streetball Thiago Pagani. em São João do Ivaí. O evento teve por intuito homenagear um jovem atleta da cidade de São João do Ivaí, em que recentemente faleceu. Os pais do garoto ajudaram a promover o evento e estavam presentes. O formato do torneio foi de dupla e um reserva, e o War Street com os atletas Neguin, Marezia e Derrame conquistaram o primeiro lugar.
O War Street com muito orgulho e consideração deixa suas saudações aos nossos queridos amigos do Jah na Estrada, que garantiu o terceiro lugar na LIIBRA nacional!
Streetball paranaense muito bem representado!! Time originalmente formado por curitibanos, que acabaram por dar uma "refinada" integrando dois atletas de fora:
HELIO - Maringá
FERNANDO - Marialva
GARÇA - Curitiba
BAMBU - Curitiba
RICARDO "XIS" - Curitiba
Maiores informações sobre o evento:LIIBRA 2011 Fonte : Blog do warstreet e escrito por Guilherme ( Derrame )
É isso mesmoWar Streetconquistou mais um Titulo no Campeonato que aconteceu na cidade de Mandaguari, oUNIABRA, que contou com times de varias regioes do PR.
War Street Jogou com : Du, Marezia ( eu ) e Hélio ! É NoiZ Familia !
A UNIABRA ( União Interativa dos Amigos do Basquete de Rua ) convida todas as equipes de StreetBall, a participar do campeonato em 2011 na city de Mandaguari .
Serárealizado no Ginásio Xanduzão, localizado na cidade de Mandaguari, no dia 04/09/2011 a
parti das 09:00 horas, onde dara inicio ao Evento.
Durante dois dias a cidade de Cambé tremeu. Iniciando a LIIBRA 2011 tivemos um jogo um pouco diferente do normal, A UEM ( Maringá ) jogou contra a UEL ( Londrina ) num game disputadissimo sobre cadeira de rodas.
Ja no restante do evento 08 equipes de diversas cidades do Paraná jogaram com muita garra e dedicaçao, com lances incriveis e jogadas inacreditaveis !
Etapa foi realizada pela Central Única das Favelas –CUFA do Paraná. O evento contou com participação de varias autoridades, dentre elas o Deputado Estadual Luiz Carlos Hauly, José Antonio Campos Coordenador da CUFA Estadual e Felipe Franco da Costa coordenador CUFA Maringá/PR. A LIIBRA é reconhecida nacionalmente por reunir esporte, hip hop e movimeto social em um só palco a Quadra, a seletiva contou com a participação de 08(oito) time dos municípios; Cambé, Curitibá (Jáh na Estrada), Ponta Grossa(Rock Smith), Pato Branco(Dog stars), Maringá (War Street) e Rolândia(Read Foot e Black Gospel).
Maringá contou com a bela apresentação do time War Street onde jogaram juntos e mostraram suas habilidades com lances incríveis, todos em busca de um objetivo: alegrar o público com os fakes, moves empolgantes, pois a vitória nesse esporte é apenas um detalhe.
Após muitas enterradas, cestas e dribles desconcertantes o Jáh na Estrada (Curitibá/PR), foram os gigantes que representará o estado paranaenses na final nacional no Rio de Janeiro em Setembro/2011.
Essa foi a LIIBRA 2011 ! Torceremos por nosso representante paranaense no nacional la no Rio de Janeiro !
Estão abertas as inscrições para a etapa paranaense daLIIBRA(Liga Internacional de Basquete de Rua), nos dias 23 e 24 de julho. Forme sua equipe e se inscreva via internet!! Maiores informações no flyer abaixo:
Sucesso nos anos anteriores aLIIBRA reuni varios jovens com seus times de varias partes do PARANA
Um jogo Envolvente e empolgante, o Basquete de Rua vem crescendo cada vez mais !
abaixo algumas fotos da LIIBRA de 2010 :
War street( meu time ) Ficou em segundo lugar em 2010 ! em 2011 esperanças para o primeiro !
Video com os melhores momentos do 8º campeonato de basquete de rua de Rolandia-PR War street - Maringá 1º lugar Black Gospel - Rolandia2º lugar Slim - Rolandia 3º lugar
Chegando à Maringá mais uma unidade da famosa CUFA ( Central única das Favelas ) Com propostas e projetos de inclusão social à crianças, adolescentes e jovens menos favorecidos e de baixa renda. Com integrantes bem dispostos para o bem social, a ONG conta com pessoas que se importam com a cultura de rua ( hip hop ) e suas vertentes .
Raylene (Comunicação),Victor ( Coordenador ),Felipe ( eu ) e Aline (Repres. Sarandi )
Um pouco sobre a CUFA : A CUFA – Central Única das Favelas – é uma organização sólida, reconhecida nacionalmente pelas esferas políticas, sociais, esportivas e culturais. Foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro – principalmente negros – que buscavam espaços para expressarem suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver.
A organização tem o rapper MV Bill como um de seus fundadores, este que já recebeu diversos prêmios devido à sua ativa participação no movimento Hip Hop. Em 2004, a UNESCO o premiou como uma das dez pessoas mais militantes no mundo na última década. Além dele, a CUFA conta com Nega Gizza, uma forte referência feminina no mundo do Rap, conhecida e respeitada por seu empenho e dedicação às causas sociais.
Nega Gizza é também diretora do HUTÚZ, o maior festival de Rap da América Latina, que é produzido pela CUFA.
O Hip Hop é a principal forma de expressão da CUFA e serve como ferramenta de integração e inclusão social.
Por ser um movimento que, há 20 anos, sobrevive se delineando nos guetos brasileiros, mesmo sem o apoio da mídia, cresce e se fortalece a cada dia, arrebatando admiradores de todas as camadas sócio-econômicas e deixando para trás o rótulo de “cultura do excluído”. Ao longo de sua existência, o Hip Hop vem criando um movimento forte, atraente, com grande potencial, e segue abrindo portas para novos nichos comerciais ainda não explorados.
Através de uma linguagem própria, a CUFA pretende ampliar suas formas e possibilidades de expressão e alcance. Assim, vai difundindo a conscientização das camadas desprivilegiadas da população com oficinas de capacitação profissional, entre outras atividades, que elevam a auto-estima da periferia quando levam conhecimento a ela, oferecendo-lhe novas perspectivas.
Agindo como um pólo de produção cultural desde 1999, por meio de parcerias, apoios e patrocínios, a CUFA forma e informa os cidadãos do Rio de Janeiro e dos outros 25 Estados brasileiros, além do Distrito Federal. Dentre as atividades desenvolvidas pela CUFA, há cursos e oficinas de DJ; Break, Graffiti, Escolinha de Basquete de Rua, Skate,Informática, Gastronomia, Audiovisual e muitas outras. São diversas ações promovidas nos campos da educação, esporte, cultura e cidadania, com mão-de-obra própria.
A equipe CUFA é composta, em grande parte, por jovens formados nas oficinas de capacitação e profissionalização das bases da instituição e oriundos das camadas menos favorecidas da sociedade; em sua maioria, moradores de favelas.
Dentre as ações que imprimem legitimidade ao trabalho desenvolvido pela CUFA, vale a pena lembrar o já citado HUTÚZ – único evento de grande porte e expressão focado exclusivamente no Hip Hop, sendo um marco, um referencial para esta cultura. Além dele, existe a LIIBRA – Liga Internacional de Basquete de Rua, que surgiu através de uma atitude orgânica dentro do HUTÚZ 2003, quando jovens improvisaram jogadas de basquete com uma cesta de lixo, o que fez com que esta modalidade esportiva ganhasse espaço no HUTÚZ 2004 e um campeonato nacional em 2005.
Atualmente CUFA, HUTÚZ e LIIBRA são marcas de identidade singular, iniciativas sem precedentes que fidelizaram seu próprio público. Pois, ainda que este não seja necessariamente ligado às áreas de atuação de cada um dos eventos, a própria CUFA, enquanto instituição, faz a diferença.
WAR STREET PRIMEIRO LUGAR DO 8º CAMPEONATO DE STREETBALL DE ROLÂNDIA
O oitavo campeonato de Streetball de Rolândia foi um sucesso!! Apesar da rápida organização e simplicidade, como não poderia deixar de ser os atletas (Rolândia e Maringá) mostraram porque a chama do Streetball paranaense continua acesa!!! O campeonato que foi em duplas com a possibilidade de um reserva teve como vencedor o War Street, composto pelos atletas DU e MAREZIA (outros atletas do War competiram também em outras equipes). O evento foi organizado as pressas pois tinha a intenção de marcar a despedida do próprio organizador, o ZAN BLACK, que ficará fora de Rolândia por quase um ano. ZAN também organizou todos as 7 edições anteriores, desempenha um papel importante na cultura de rua de Rolândia, e também tinha como objetivo desse evento o intuito de manter os atletas unidos.
1º LUGAR: War Street - Maringá - PR 2º LUGAR: Black Gospel - Rolândia - PR 3º LUGAR: Slim - Rolândia - PR
O 1º CONFRASTERNA (Confraternização de Streetball do Paraná) correu como esperado e os jogadores superaram as expectativas. Logo mais sai o vídeo com os melhores momentos do evento.
Segue abaixo os vencedores de todas modalidades:
Competição Principal 1º Lugar:Jah na Estrada Cidade: Curitiba 2º Lugar: War Street 1 Cidade: Maringá 3º Lugar:Arca de Noé Cidade: Maringá
Competição de Habilidades: Atleta: Bambu Equipe: Jah na Estrada Cidade: Curitiba
Competição de 3 Pontos: Atleta: Sukit Equipe: Arca de Noé Cidade: Maringá
Competição de Enterradas: Atleta: Fumin Equipe: U.B.E Cidade: Rolândia
X1: Atleta: Helio Equipe: Arca de Noé Cidade: Maringá
Algumas fotos tiradas pelo fotógrafo John Goulart:
A crip Walk ou Clown Walk tem a sua origem nos inícios dos anos 70s no bairro pobre de Compton, situado em Los Angeles, Califórnia, no entanto é só nos inicios dos anos 90s, que esta dança ganhou um valor simbólico no mundo do Hip Hop.
Inicialmente era usada por membros de grupos associados a gangs, que a usavam como forma de soletrar os seus nomes individuais ou dos gangs a que pertenciam, era igualmente usada, quando um novo membro entrava no gang, ou para aviso a outros membros que algo de errado se estava a passar. Tipicamente a Crip Walk era usada por membros de gangs da West Cost que a mantiveram underground, no entanto este código passa a Mainstream e visto como dança, quando apareceu num concerto de Ice-T que foi filmado.
Muitos artistas dentro do movimento nos anos 90s tentaram trazer este código para as televisões, mas na altura a principal fonte de marketing da altura MTV, rejeitou que os vídeo clips incluíssem este código disfarçado de dança.
Representando o C-WALK aqui no Brasil temos Varios nomes, dentre eles : Pertuba, Knp, Vasco (Londrina) e outros !
Quero dar Destaque a um que está crescendo muito aqui no País : ALIEN!
Victor ( Alien ) mora em Maringá - PR e é um forte representante da dança. Abaixo alguns de seus videos ! + videos Alien Alien contato : tel : (44) 99335541 msn : victor_soopo@hotmail.com Site :http://cwalkbrasil.tumblr.com/
Mais um Video meu ! Freestyle la em ROLANDIA - PR, depois do amistoso contra o time da cidade ! Entrem no meu canal e se inscreva ! Canal Marezia COMENTEM!
Abismado com a momentânea "lavada" que o Los Angeles Lakers vem levando contra o Dallas Mavericks decidi criar uma lista de coisas das quais podem fazer a torcida da Califórnia acreditar numa utópica virada de quatro vitórias seguidas. Listei dez motivos e aqui estão eles:
1. Supremacia
A palavra que intitula esse primeiro tópico da lista define o Lakers. Uma dinastia que tem em sua lista de camisas aposentadas nomes como Magic Johnson, Elgin Baylor e Wilt Chamberlain não deve ser subestimada. Além desses fatos devemos lembrar que estamos falando dos 16 vezes campeões da NBA. Os números de Los Angeles afirmam a tese de que nada pode ser previsível no futuro dessa franquia. Kobe Bryant que o diga.
2. Recordes existem para serem batidos
Derrubar um recorde é algo que pode se imortalizar. Até hoje a tradição de nenhuma equipe que perde por 3 a 0 conseguir virar sua série é considerada impossível de ser batida, porém se algum time quebrar esse fato ele jamais será lembrado...
3. Estamos falando de Kobe "Black Mamba" Bryant
Cinco anéis de campeão, 81 pontos em uma única partida, maior pontuador da história dos Lakers. Essas são algumas das várias conquistas de Kobe em toda a sua carreira no melhor basquete do mundo. Ele veste a camisa amarela e roxa da Califórnia desde o seu primeiro jogo na liga. É verdade que a idade de Bryant, 32 anos, pode afetar seu desempenho, porém não a sua genialidade que é colocada a prova a cada temporada. Mas quem duvida dos poderes do "Black Mamba"?
4. Eles são os atuais bicampeões da NBA
Defender o último título da temporada 2010-11 pode seu mais um motivo para fazer os comandados de Phil Jackson quebrarem mais um recorde na liga.
5. Psicológico
Trabalhar a "cabeça" da equipe pode transformar o futuro dessa temporada e principalmente da própria franquia. Entretanto, só de lembrar que para fazer quatro vitórias seguidas em cima do Mavericks a defesa de Los Angeles deve parar o "imparável" Dirk Nowitzki, já faz o torcedor ter o sentimento de derrota.
6. Parar de forçar jogadas
Eu posso estar errado com essa lista e principalmente com esse próximo fator. Porém quem acompanhou até agora esses três últimos jogos percebeu que o Lakers entregou as vitórias nas suas tentativas de forçar jogadas principalmente no fim do segundo tempo. Beleza Kobe, a gente sabe que você é um cara decisivo, porém tem hora de ser "clutch" e outras de ser apenas mais um no jogo coletivo.
7. Experiência
Sobre isso não falamos apenas do "KB24", mas também de Derek Fisher. O armador é um dos jogadores que tem mais jogos em playoffs na história do basquete americano. Apenas a partir disso podemos deduzir que o lado emocional e decisivo pode ser controlado e liderado por ele. E principalmente temos o grande técnico Phil Jackson, comandante do Bulls da era Jordan e dono de 11 anéis da NBA, 6 com Chicago e 5 com Los Angeles. Mais alguma coisa?
8. "Fator casa"
Os Lakers foram donos da segunda melhor campanha na conferência Oeste na temporada regular, perdendo apenas para o surpreendentemente eliminado San Antonio Spurs. Já o Dallas conquistou a terceira colocação no "Wild West". Isso significa que se o time de Los Angeles conquistar históricas três vitórias seguidas, poderão contar com a força da sua torcida no Staples Center na tentativa de arrebatar um fantástico triúnfo num possível jogo 7.
9. Defesa!
Esse é um fundamento básico em qualquer equipe que almeja um título na liga. Obviamente que dar espaço tanto no perímetro quanto na área pintada é um mal negócio. Já passou da hora de Phil Jackson achar um modo de parar o jogo do Mavs? Aliás, COMO parar o jogo do Mavs?
10. Apelar para forças espirituais
Esse último tópico admito que foi apenas para completar um número de dez motivos dos quais podem ser todos inúteis depois de três derrotas a zero, tanto quanto esse décimo. Independente de religião ou crença, fazer aquela velha oração, pedir perdão até por ter exagerado no almoço por exemplo, pode ajudar numa bola ou outra que não quis cair nesses últimos jogos. Só não pode rezar pelo fracasso do adversário, senão "Deus castiga" com a varrida...
Depois de apresentar dez fatores que podem quebrar a assombrosa tradição das equipes da NBA não conseguirem virar um três a zero, fico na expectativa de ver algo histórico. Sei que é difícil, minha razão não me faz acreditar numa classificação dessas. Contudo ficamos na espera. Se o homem chegou na lua, porque o Lakers não pode eliminar o Dallas? Ou será que o homem chegou lá mesmo?
Essa frase que dá titulo a esse post, quase todos os apaixonados por NBA conhecem, e foi criada por um tal de Michael Jordan. E é nesse momento de Playoffs do melhor basquete do mundo que "os homens se separam dos meninos" para poderem duelar pelo tão sonhado troféu de campeão. É nesse período que vemos grandes times da temporada regular se destacarem, equipes que não foram tão bem, mas que conseguiram se classificar, dando o melhor possível de si na pós-temporada, e gigantes sendo derrotados as vezes de forma inesperada.
E a primeira rodada dos Playoffs que o diga. Oito jogos e algumas zebras. Cito aqui alguns dos melhores jogos, quer dizer, todos até agora. Começando no sábado com o Atlanta Hawks, de Josh Smith e cia. , derrotando o Orlando Magic do "Superman" Dwight Howard, eleito melhor defensor do ano pela terceira vez seguida, em pleno Amway Center, por 103 a 93. Nem os 46 pontos do pivô "kriptoniano" de Orlando evitaram a derrota do Magic na primeira partida na pós-temporada. No mesmo dia, o Miami Heat, com seu badalado supertrio, Wade, LeBron e Bosh, começou como se esperava na fase melhor de sete, com um triunfo dentro de casa em cima do Philadelphia Sixers, do ala-armador Andre Iguodala. Mas teve de suar pra vencer...
O time de melhor campanha na temporada regular, o Chicago Bulls, do praticamente já MVP, Derrick Rose, também passou por apuros contra o Indiana Pacers, em pleno United Center, mas no fim conquistou a vitória graças as jogadas malabaristas do seu principal jogador. No mesmo dia, Portland Trail Blazers foi até Dallas enfrentar a equipe da cidade, os Mavericks, que graças a experiência de Jason Kidd, e aos lances decisivos de Dirk Nowitzki, conseguiram derrotar os visitantes por 89 a 81.
Até agora quem não assistiu nenhum jogo dessa primeira rodada dos Playoffs deve estar se lamentando, porque perdeu só "jogaço". E isso não é tudo. Tivemos ainda a derrota de uma das melhores equipes do Oeste, das que apresentaram um ótimo basquetebol na temporada regular, o San Antonio Spurs, no Texas, para o Memphis Grizzlies. Esse jogo muita gente diz ter sido zebra e realmente foi. Nem a ausência do armador argentino Manu Ginóbili na equipe dos Spurs justificaria uma derrota dentro de casa. É claro que o time do Texas tecnicamente é melhor que os Grizzlies. Mas Playoffs é Playoffs, e "zebra" praticamente não existe a essa altura do campeonato.
Na seqüência, tivemos o atual campeão da NBA, o Los Angeles Lakers, perdendo dentro de casa para o New Orleans Hornets, do armador Chris Paul, que fez uma atuação impecável, com 33 pontos, 14 assistências, sete rebotes e quatro roubadas de bola. Zebra?
Denver Nuggets e Ocklahoma City Thunder fizeram o primeiro duelo de uma das séries que promete ser muito disputada. E exemplo disso foi o jogo, que terminou em 107 a 103 pro Thunder, equipe da casa. A dupla Westbrook e Durant fizeram a diferença nesse jogo, mesmo com os Nuggets fazendo uma boa partida, com destaque para a ótima atuação do brasileiro Nenê, que fez 22 pontos e 8 rebotes.
E agora eu destaco a melhor partida, como era esperado, nessa primeira rodada. New York Knicks, de Carmelo Anthony, Chauncey Billups e Amar'e Stoudemire, contra o Boston Celtics, deRajon Rondo, Ray Allen e cia. Um jogo disputado do início ao fim, que resultou numa vitória do Cetics, no TD Garden, por 87 a 85. Uma bola de três pontos de Ray Allen com aproximadamente 12 segundos de sobra para o fim do jogo, deu a vitória para os ''verdes". Jogão.
Como diz o título, mais uma vez, "separem os homens dos meninos". Mas tem muito menino se tornando homem nesses Playoffs, e esse pode ser o ponto principal para a disputa pelo título da NBA, que já no seu começo, mostra que vai ser no mínimo, muito emocionante. Então que venham mais jogos e que os melhores vençam!
Esqueça a militância política. Os novos astros do gênero querem falar é de amor e amizade.
Quando se lembra da primeira vez em que entrou num estúdio de gravação, aos 17 anos, o rapper paulistano EMICIDA não se sente muito bem. “Eu era o rapper típico, aquela coisa tradicional: um bicho grilo desconfiado, desagradável e que não falava com ninguém”, diz. A visita ao estúdio na Zona Oeste de São Paulo, uma das regiões com custo de vida mais alto do país, lhe rendeu um estágio não remunerado. “Fui me adaptando. Morava na periferia e foi bom ter de sair dali todo dia”, afirma.Hoje, passados oito anos, Emicida é o destaque maior de um grupo de jovens músicos que tenta romper com os clichês sonoros e temáticos do rap nacional para soprar vida nova ao gênero.
Emicida é destaque de festivais nacionais de peso, como o Urban Music Festival, em maio, do Lupaluna, no mesmo mês, e do Rock in Rio, em setembro. Ele também é um dos participantes da edição atual do Rumos Música do Itaú Cultural, que mapeia novos talentos pelo Brasil. Emicida foi convidado ainda para participar do cobiçado festival americano Coachella neste mês na Califórnia (problemas burocráticos com seu visto, no entanto, podem comprometer sua participação).
Tamanho sucesso é fruto principalmente de uma mudança de atitude em relação ao gênero rythm and poetry (ritmo e poesia, versos falados a partir de uma base rítmica). Seu segundo CD, Emicídio, de 2010, causou um curto-circuito no rap nacional. A certa altura da faixa título, Emicida, até então mais conhecido por sua capacidade “matadora” de vencer concorrentes em batalhas de improviso (daí o apelido), diz: “Quem ganha mais com a miséria?/Os políticos, o Datena ou o rap?”. Comparar o rap com representantes corruptos da nação e com um apresentador sensacionalista pode ter criado desconforto. Mas Emicida diz ter recebido a bênção de alguns de seus maiores representantes, que reinaram no rap de protesto social dos anos 90, como Mano Brown, MV Bill, Marcelo D2 e Rappin’ Hood. “O rap estava muito chato. Só falava de problemas sociais, da favela”, diz D2. “O público não quer ouvir falar só disso. Essa nova cena continua falando de consciência social – que nos anos 90 a gente fazia de um jeito meio terrorista –, mas de maneira menos direta e mais poética.”
É o caso do maior sucesso de Rincon Sapiência, rapper paulistano de 25 anos, “Elegância”. A música trata de maneira descontraída e divertida do orgulho de se vestir bem e ser admirado pelas garotas por isso. Não deixa de ser uma música “engajada”: ela fala também da necessidade de não ser confundido com bandidos pela polícia, algo comum para negros da periferia. Para Sapiência, a possibilidade de inserir temas e melodias diferentes (ele mescla música eletrônica com sonoridades da capoeira, da umbanda e do candomblé) veio junto com a melhoria de vida nas periferias na última década. “Antes, a vida na periferia era tão ruim que aparecer com um tênis de grife era considerado uma afronta”, diz. “Hoje em dia é um orgulho para a classe C poder consumir coisas que não eram antes da periferia. É o mesmo para a música e para os recursos tecnológicos usados para consumir e produzir arte.”
Emicida também mistura ritmos. Quando ele começou a carreira, isso era uma heresia. “Esse tipo de nicho menor, como o rap, fecha muito a cabeça para outros tipos de música”, diz. Sua bagagem cultural (música negra americana e brasileira dos anos 70 e 80) ficou… na bagagem. “Teve um momento em que me tornei meio burro.” A ousadia foi quase inconsciente. Ao lançar sua primeira mixtape (compilação de músicas em CD caseiro) Para quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe, Emicida recebeu elogios pela mistura de ritmos. “Estava tudo em mim, e eu nem tinha percebido.” Em Emicídio, ele usou ainda mais melodias diversificadas e mudou os temas das composições, inserindo canções de amor e amizade. As duas mixtapes já venderam, juntas, 20 mil cópias.
Emicida já recebeu três contratos de grandes gravadoras. Recusou todos. Seu próximo disco, que ele considera ser o primeiro oficial, deverá sair em 2012, segundo ele com patrocínio de uma empresa multinacional. Emicida não queria perder a autonomia criativa nem passar pelo mesmo tipo de experiência que MC Slim Rimografia, de 32 anos. Depois de lançar dois CDs independentes (Financeiramente pobre, de 2003, vendeu 4 mil cópias), Slim assinou com o selo inglês Curve, que não o ajudou a lançar nenhum disco por dois anos, mas também não o deixava gravar de forma autônoma. Ele quebrou o contrato para produzir Mais que existir, que sai agora. O disco é uma ode ao rap da diversidade e aposta em ritmos brasileiros como o frevo, presente na faixa “Hinovação”. “O rap está quebrando barreiras”, diz Slim. “Essas misturas chegam a mais pessoas.”
“Não temos medo de ser pop”, diz Lurdez da Luz, de 31 anos, que lançou sua primeira mixtape em carreira solo em 2010. “Somos a primeira geração que extrapolou a ideia de que o rap deveria ser feito apenas para quem faz parte do movimento.” Assim como a maioria de seus colegas, Lurdez usa referências da música brasileira dos anos 70 e 80.
Rael da Rima, de 28 anos, que compõe seu rap com o violão, diz que essa diferença pode ser valorizada no exterior.“O rap brasileiro tem de deixar de se espelhar no hip-hop americano. Quando a gente mistura ritmos nacionais, conseguimos muito mais espaço lá fora”, diz. Isso nem é novidade, diz Criolo Doido, de 35 anos, que lançará o CD Nó na orelha em maio, com sonoridades que vão do samba ao bolero. “Sempre existiu.” Segundo ele, as misturas ficavam escondidas, e agora a internet facilitou o acesso a elas.
O movimento tem até um eco dos rappers da década de 80. Naqueles tempos, o rap tocava em pistas, antes de ser engolido pelo movimento de protesto dos anos 90. Quem identifica o rap com o estilo gangsta pode se surpreender com os novos artistas. Eles cansaram do “mesmo recado rap padronizado” e agora querem “o dom da harmonia”.
É um Grupo de HIP HOP Cristão de Nashville , Tennessee .Seu nome é uma sigla , que significa "gramaticas e Revolução no Espírito".GRITS é composta por Stacey"Coffe" Jones e Teron "Bonafide"Carter, ambos foram dançarinos DC Talk .
Sua canção " Ooh Aah "já apareceu na MTV show My Super Sweet Sixteen . Sua canção "Tennessee Bwoys" foi usada no programa de televisão popular, Pimp My Ride , da MTV. GRITS também foram recentemente envolvida na Hero A Opera Rock. Tambem gravaram um remix para o lutador profissional AJ Styles, e executou, em 28, 2009, episódio de Maio do TNA Impact! . O site oficial do grupo não está mais ativo. No entanto, o seu site MySpace ainda está disponível. Eles agora possuem sua própria gravadora, a Revolution art.
Streetballé uma variação do basquetebol, jogado geralmente em quadras abertas. Streetball é uma palavra da língua inglesa que significa"jogo de rua", ou seja, o desporto é basicamente um"basquete de rua".No streetball, os jogadores chamadosballers, em vez de ter um rumo à cesta e chegar mais rápido à ela por meio da velocidade, usam freestyles com as mãos - chamadas handles ou moves, de forma menos competitiva e mais lenta.Amantes do streetball preocupam-se, principalmente, em fazer mais moves do que cestas e preferem o jogo mais"bonito" do que disputado. O que é Streetball? O termo "Streetball" não tem origem apenas no jogo conhecido como Street Basketball, mas também tem uma associação especial com a cultura da juventude. O esporte é conectado à imagem do gueto, que este tem ligação com a música (rap e hip-hop). Esta associação deve-se provavelmente às raízes do Street Basketball, encontradas nos quintais de cidades grandes americanas, onde muitos jovens de comunidades mais pobres dos Estados Unidos vêem no esporte e no Streetball uma possibilidade maior e especial para um futuro melhor.O primeiro grande ícone do Streetball foi o universitário Earl "The Goat" Manigault em meados da década de 50. Este malabarista das quadras de 1,89m, considerado por muitos o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos, parecia desafiar a gravidade e será recordado sempre como uma lenda do esporte. No Brasil, o Streetball tem fornecido jogadores também para o basquete de quadra, como é o exemplo do americano Bryan Taylor que disputa a Liga Nacional Brasileira pela equipe de Limeira/SP .O basquete de rua dá ao jogador a liberdade de criar e improvisar jogadas espetaculares. O streetball é a continuação do basquete de quadra, onde são valorizadas, principalmente, a habilidade e criatividade de cada atleta, ou seja, a altura não é fator indispensável, e sim a habilidade técnica e de improvisação de cada atleta. Com regras menos rígidas do que o basquete de quadra, o basquete de rua pode ser jogado com qualquer tipo de formação; desde o um contra um até o 5 contra 5. No entanto, entre as disputas mais comuns está o 3 contra 3, que é o torneio mais conhecido no Brasil. Quem assiste a uma dessas disputas tem a garantia de presenciar um verdadeiro espetáculo, com jogadas inesperadas e enterradas sensacionais.